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Lipo-Abdominoplastia

A cirurgia para redução da gordura abdominal e melhora da flacidez cutânea, consiste na retirada, por uso da aspiração, da gordura localizada abdominal e da ressecção de certa quantidade de pele da parte abdominal inferiormente.

A lipoaspiração é realizada através de pequenas incisões (1 a 2 cm) feitas próximas as áreas a serem aspiradas, já a ressecção cutânea para a plástica abdominal, é feita por uma incisão na parte mais baixa do abdome, para que com isso se resseque o máximo de pele possível da parte inferior do abdome.

De acordo com a flacidez cutânea apresentada, a quantidade de pele ressecada pode ser a correspondente a toda pele abaixo do umbigo, assim, a cicatriz resultante seria apenas uma na parte inferior do abdome, indo da extremidade esquerda à direita, em arco, com concavidade voltada para cima, tentando-se ao máximo possível que esta possa ser escondida por peças de roupas intimas.

Caso a flacidez cutânea não seja o suficiente para esta ressecção, pode ser necessário deixar uma pequena cicatriz vertical, em algum ponto entre o umbigo e a cicatriz inferior.

O umbigo é reposicionado, na linha média abdominal, ficando também, uma cicatriz ao seu redor.

Na plástica abdominal, também é realizada a aproximação dos músculos da parede abdominal anterior (plicatura dos retos abdominais), com o intuito de reduzir a flacidez da parede abdominal, que pode ocorrer após gestações ou grandes emagrecimentos.

Caso ocorram complicações no pós-operatório, poderá ser necessária a realização de exames tais como: Ultra-som, Raios X ou tomografias do abdome ou do tórax, para elucidação diagnóstica.

As cicatrizes evoluem de acordo com a fisiologia individual, geralmente ficando pouco perceptíveis, principalmente na penumbra. Caso ocorram alterações, existem tratamentos que podem ser empregados, na tentativa de melhorar o aspecto das cicatrizes.

É possível que ocorram manchas roxas (equimoses), perda da sensibilidade parcial ou total, temporária ou permanente das áreas operadas.

A gestação posterior a cirurgia (após um ano), geralmente não prejudicada seu resultado, mas pode levar ao alargamento da cicatriz e existe uma possibilidade maior de surgimento de estrias e hérnias.

O envelhecimento continua, e a falta de cuidados com o controle do peso pode fazer com que todo o aspecto estético ganho com a cirurgia se perca.

Qualquer necessidade de re-operação para aprimoramento da cirurgia, teremos as custas hospitalares sob responsabilidade do paciente, ficando os honorários médicos sob responsabilidade do cirurgião.

RECOMENDAÇÕES SOBRE A LIPO-ABDOMINOPLASTIA

a) RECOMENDAÇÕES PRÉ-OPERATÓRIAS:

1. Obedecer às instruções dadas para a internação.

2. Comunicar qualquer anormalidade que eventualmente ocorra, quanto ao seu estado geral.

3. Internar em jejum absoluto de, no mínimo, 8 horas e não trazer objetos de valor para o hospital.

4. Vir acompanhada para a internação.

5. Evitar uso de brincos anéis, alianças, piercings, esmaltes coloridos nas unhas, etc. Qualquer destes será retirada antes da cirurgia.

6. A Cinta recomendada deverá ser levada para o hospital.

b) RECOMENDAÇÕES PÓS-OPERATÓRIAS:

1. Evitar esforços por 30 dias.

2. Evitar esticar o tronco pelo período de 30 dias, salvo orientação específica do cirurgião.

3. Levantar-se quantas vezes lhe for recomendado por ocasião da alta hospitalar, obedecendo aos períodos de permanência sentado (a), assim como evitar esforços máximos. Mobilizar membros inferiores.

4. Não se exponha ao sol ou friagem, por um período mínimo de 14 dias.

5. Obedecer à prescrição médica.

6. Voltar ao consultório para os curativos subseqüentes, nos dias e horários estipulados.

7. Não se preocupe com as formas intermediárias nas diversas fases. Tire quaisquer dúvidas que possam advir com seu cirurgião.

8. Alimentação normal (salvo em casos especiais). Recomendamos alimentação hiperproteica (carnes, ovos, leite) assim como o uso de frutas.

9. Aguarde para fazer sua “dieta ou regime de emagrecimento”, após a liberação médica. A antecipação desta conduta por conta própria, poderá determinar conseqüências difíceis a serem sanadas.

10. Utilizar a Cinta abdominal por 24 horas por dia, só retirando para o banho, nos primeiros 30 dias e por 12 horas por dias pelos 30 dias subseqüentes.